Espaço de Poesia,Arte e comunicação. A participação e a interação de leitores e colaboradores, enriquecendo temas e conteúdos, instigando reflexão, é desejável e estimulada. Eliane Guaraldo
quarta-feira, 15 de junho de 2011
As Idades do Amor
Eu e a Poesia, Odir Milanez da Cunha
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Eu e a Poesia,
para Odir Milanez da Cunha,
soneto
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Viloões em Serenata II
( homenagem à poesia homônima de Odir Milanez da Cunha)
Os violões que se calam pelos dias
e canções as quais se deixam de ouvir
os lampejos de alegria que sorrias
e que hoje ainda podem se sentir
O teu tempo que se ausenta e leva datas
sempre traz em seu lugar boas memórias
mais reais que a realidade que retrata
e compõem um pouco mais da tua história.
Tens violões, tens os cantos, serenatas
a provar tua passagem pela vida
que passaste ao lado de amizades gratas.
Os teus sonhos os evoca a doce lida
de homenagem aos amigos que bem tratas
pois os perdes, mas os ganhas de saída.
À memória de Romualdo "Alcatrão", companheiro de serestas
VIOLÕES EM SERENATA
Odir, de passagem
O tempo se ausentou, levando a data
da minha juventude, quando amava
andar de bar em bar, pisando a prata
que a lua branca pelo chão lançava.
Dos violões a doce musicata
assumia os meus sonhos... e eu cantava!
Oh, saudosa visão! Oh, serenata!
Oh, cantos que cantei quando chorava!
É noite, agora. A lua continua
cedendo as mesmas cores aos passantes
à procura dos bares, pela rua.
Vazios violões! Sons dissonantes!
Serenatas não mais à luz da lua,
o sereno esqueceu de seus amantes!
JPessoa, 16.05.2011
Odir,
de passagem.
Os violões que se calam pelos dias
e canções as quais se deixam de ouvir
os lampejos de alegria que sorrias
e que hoje ainda podem se sentir
O teu tempo que se ausenta e leva datas
sempre traz em seu lugar boas memórias
mais reais que a realidade que retrata
e compõem um pouco mais da tua história.
Tens violões, tens os cantos, serenatas
a provar tua passagem pela vida
que passaste ao lado de amizades gratas.
Os teus sonhos os evoca a doce lida
de homenagem aos amigos que bem tratas
pois os perdes, mas os ganhas de saída.
À memória de Romualdo "Alcatrão", companheiro de serestas
VIOLÕES EM SERENATA
Odir, de passagem
O tempo se ausentou, levando a data
da minha juventude, quando amava
andar de bar em bar, pisando a prata
que a lua branca pelo chão lançava.
Dos violões a doce musicata
assumia os meus sonhos... e eu cantava!
Oh, saudosa visão! Oh, serenata!
Oh, cantos que cantei quando chorava!
É noite, agora. A lua continua
cedendo as mesmas cores aos passantes
à procura dos bares, pela rua.
Vazios violões! Sons dissonantes!
Serenatas não mais à luz da lua,
o sereno esqueceu de seus amantes!
JPessoa, 16.05.2011
Odir,
de passagem.
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Violoes em Serenata
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Imbrications Nocturnes
Visagens
(gentil versão para o francês de Philippe Mafiolli: "Imbrications nocturnes"
(gentil versão para o francês de Philippe Mafiolli: "Imbrications nocturnes"
Eliane Guaraldo
Pareces como a lua:
Em noites albas
Surpreendes quietudes
Em noites albas
Surpreendes quietudes
Mas alturas que galgas
São só visagens
Nas paisagens
Tantas similitudes:
em minhas águas
É que flutua.
Tantas similitudes:
em minhas águas
É que flutua.
Tu es comme la lune
Qui éclaire la nuit,Le soir, haute perchée
Disque blanc dans le ciel allumé
Rond visage
Reflets sur les eaux sages
Miroir sur marécage
Qui flotte, par habitude
… Douceur et plénitude.
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Imbrications nocturnes,
Phillipe Maffiolli,
Poesia Livre
quarta-feira, 23 de março de 2011
Hoje eu sonhei contigo
Ce rêve est aussi le mien
foi um sonho acordada
Tandis que je te prends la main
sonhei que tu me abraçavas
Pour te serrer contre moi
com sentimento tamanho,
Je perçois ton émoi
que teus braços eram longos,
Quand dans mes mains pas sages
e no afã de me enlaçar,
Commence le doux voyage
te misturavas em mim,
te misturavas em mim,
Alors que s'unissent nos deux souffles chauds
e comigo eras um só.
Dans un regard, sans dire un mot.
Mais do que um sonho sonhado,
era tão forte e real,
que era um sonho acordado...
(Paris - Campo Grande, 23-3-11)
segunda-feira, 21 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
foto: Jorge Caeiro, paisagem à beira do Lago Azul, Ilha de Açores14-ii-11Lá onde está o meu segundo mundo
adormeci ontem envolta em brisas
deste sol de mar com que me avisas
de tua chegada é que eu me inundo!
Banhei-me de sonhos nunca sonhados
pedras, montes, ninhos e tantas cores!
beira d'água, lagoas dos Açores
não só! Sol! Nós juntos e acordados!
Que fazer se tu me pegas de surpresa
num momento de completa singeleza
sentimento há muito tempo aguardado?
A noite sendo o dia, e tanto o brilho
que fiz deste momento o estribilho
das canções que hoje cantas ao meu lado.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Viagem a Longe
Eliane Guaraldo
9-ii-11
uma viagem a tão longe
lá onde estrelas se deitam
enquanto aqui a brilhar
um azul enlaçado de olhares
diamantes a fitar
sentidos e pensamento
é o que sou, onde estás
neste momento fugaz
constelado em sentimento.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Partir ( Fifou-sur-Orge)
Phillipe MAfiolli est auteur de ce poem!
Comme j’aimerais partir
Sur ces étendues d’eau, sur de fiers navires
Sous mes pieds, sentir le roulis de la mer
Et capturer ses odeurs
Jusqu’à m’en faire frémir.
Comme j’aimerais partir
Sur ces étendues d’eau, sur de fiers navires
Sous mes pieds, sentir le roulis de la mer
Et capturer ses odeurs
Jusqu’à m’en faire frémir.
Que les battements de mon coeur,
Cognent et tappent si fort,
Que mon âme légère
Transforme la galère
En un bleu outremer.
Partir, c’est un peu comme mourir
Alors moi, je veux fuir
Je veux fuir cet hiver
Mais je veux vivre ! Heureux et fier
Cognent et tappent si fort,
Que mon âme légère
Transforme la galère
En un bleu outremer.
Partir, c’est un peu comme mourir
Alors moi, je veux fuir
Je veux fuir cet hiver
Mais je veux vivre ! Heureux et fier
Visite www. fifou-sur-orge.blogspot.com
Visitez www.fifou-sur-orge.blogspot.com
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
RUÍDO
RUÍDO
Eliane Guaraldo
21-xi-10
O tempo RUI sob os pés
É aLENTO da ilusão
máscara do desterro
com seu FINITO poder.
Pode ser este momento
um fugidio UNIverso
inVERSO da filosofia
p o n t o d e s u b l i m A Ç Ã O
inVERSO da filosofia
um fugidio UNIverso
Pode ser este momento
com seu FINITO poder.
máscara do desterro
É aLENTO da ilusão
O tempo RUI sob os pés
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Vir a madrugar
- Vir a madrugar
- 9-vi-10
- Eu sonho e me adianto
- dos sonhos que inda vou ter
- não os tendo tenho o encanto
- da palavra que pra ser
- há de ser assim, soletra
- sem no entanto concessão
- do sentido que impetra
- sentimento em profusão
- de nuvem a real imagem
- Auspício da madrugada:
- tu me vens e me entrelaças
- Que sejas não paisagem
- mas janela escancarada
- da vida servida em taças
UM BOLO DIFERENTE
Eliane Guaraldo
9-VI-7
1
Fiz um bolo diferente,
a modéstia fique ao lado
onde o ingrediente
será logo revelado.
É uma boa iguaria,
duvido que alguém daria
a conta desse recado.
2
Um bolo que é bem bolado
com certeza não enjoa
e sempre outro bocado
nunca é demais, nem à toa
a gente quer sempre mais
nem importa, tanto faz
se engorda, é numa boa.
3
Comecei no melhor estilo
misturando componente
sem essa de tudo a quilo:
a procedência decente!
bom tempero, bem agosto
e um vinho de bom mosto
no cristal mais transparente.
4
Esse bolo de bem feito
composto sem desperdício
entre a massa e o confeito
nem mais nem menos bulício
tudo na melhor medida
quem dera fosse esta vida
feita só do doce vício.
Não desejo no momento
provocar salivação
mesmo porque meu intento
é só comemoração
sou aquele bom mineiro
que não quer ser o primeiro
basta ter o "melhor de bão".
6
Pode se fazer miséria
com este bom prato então
e não liga para pilhéria
quem é de opinião
este bolo há tempo feito
só pode ser mais perfeito
se for comido com a mão.
7
Um bom cenário sugira
pra festa comemorar
ao ar livre é que respira
quem nasceu à beira-mar
com jeito mas muito brio
as taças eu providencio
onde as estrelas brilhar.
8
O paladar é o sentido
de maior valor enfim
o doce que é bem cozido
é bom do começo ao fim
não tem arrepedendimento
pra queijo, pra sentimento
para bolo e pra pudim.
9
E não se esqueça também
daquele café bem no ponto
chegando quente e macio
que o efeito eu nem te conto
falando daquele jeito
coado forte e bem feito
que é de deixar meio tonto.
10
De tudo o que disse acima
tudinho é pura verdade
mas quando é pro bem da rima
com toda sinceridade
eu posso aumentar um pouco
porém nunca fica rouco
o cantor de qualidade.
11
Esta ressalva que faço
e repito: ao bem da rima
um tantinho eu sempre faço
de mimo e de pantomima
mas sobre o homenageado,
que merece, de bom grado
eu juro e carimbo em cima.
12
Eu fiz foi sair do trilho
mas nunca falo bobagem
é o biscoito de polvilho
pra distrair na viagem
eu conto os dias que resta
pra chegar na tua festa
com o bolo na bagagem.
13
Mas nunca podia deixar
de lembrar no calendário
o dia mais que exemplar
que é do seu aniversário
o bolo é de qualidade
carinho e sinceridade
e Jorge o destinatário.
Feliz Aniversário Jorge!!!!!
O foro Patativa do Assaré canta
e comemora!!!!
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Cordel,
Jorge Sales,
Um Bolo Diferente
O BLOG FAVORITO
Eliane Guaraldo
5-9-10
estamos em sintonia
podes falar em mass media
de onde estejas te alcanço
os teus segredos me falas
por públicas entrelinhas
des-conversas, eu diria
de uma concha ao mar nasceste
venusiana pureza
natureza que extasia
na frequencia que inventamos
não existe impedimento
peças, te dou poesia
domingo, 21 de novembro de 2010
Perdão
- Perdão
22-xi-10
Perdoa, meu amor, me amares tanto
atando-te aos meus passos sem aviso
desejando ao singular o indiviso
esperando-me passar e eu me adianto
Perdoa, meu amor, se quero tanto
que teus lábios não soletrem o meu nome
que meus sonhos não saciem tua fome
e os desejos restem sós em algum canto
Eu perdôo, meu amor idolatrado
por não estar sempre contigo ou ao teu lado
e te amo! do nascer ao fim do dia
Eu perdôo seres anjo delicado
incapaz de meu amor arrebatado
que confunde inspiração com poesia
Ruído em Espelho
O tempo RUI sob nossos pés
É aLENTO da ilusão
máscara do desterro
em FINITO poder.
Pode ser este momento
um fugidio UNIverso
o inVERSO da filosofia
P O N T O d e s u b l i m A Ç Ã O
o inVERSO da filosofia
um fugidio UNIverso
Pode ser este momento
em FINITO poder.
máscara do desterro
É aLENTO da ilusão
O tempo RUI sob nossos pés
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