Você me fala de jazz
eu faço que escuto
Mas no fundo
mergulho nos seus olhos
como quem nada
mar aberto
(fale que escuto
uma nota sequer)
Um pouquinho de tocar
trocamos de posição
e você me faz falar
Dave Brubeck me odeia
usar o seu nome em vão
perdendo horas inteiras
em falsa argumentação
Ao fim e ao cabo
de um whisky bem sorvido
resolvemos:
nunca se discutiu com tanta propriedade
a qualidade
do antigo jazz
4 comentários:
ADOREI O QUE LI
VOU VOLTAR
BEIJO
Este happy hour sob o signo de Take Five, deve ter sido memorável.
Um poema solto, moderno, embriagante.
E põe mais Coltrane, Miles, Dexter, Bill Evans, nisso...
Bjo.
Ricardo Maineiri
Vascodagama,
e eu vou agradecer. O retorno para quem escreve não é ser elogiado ou criticado, mas justamene ser li]do!!!!
Valeu!
Mainieri:
só não falei de todos para não aumentar a lista de inimigos! rsrsrs
Um prazer te-lo nesta janela!
Eliane
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