O jazz
aquece a noite
generoso sopro
subtrai a escuridão.
Charlie Parker
passeia
(invisível)
pela sala.
Se instala
no lado avesso
da razão.
A raça humana
cartesiana
sai em busca
de outros tons.
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dando continuidade aos poemas
jazzísticos...
Um comentário:
Fantástico mergulho...
Os fantasmas dos jazzistas nos perseguem, vindo visitar suas músicas vivas!...
Meu abraço!
Eliane
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