CEDO OU TARDE
27-XII-15
Se
no turbilhão de sons
na confusão de sentidos
nos burburinhos comezinhos
na imprecisão de limites
Perdemos a hora
Dormimos sobre as folhas
acordamos com o ruído da chuva
surpreendidos por urgências
distantes do sentimento.
É cedo ou tarde para partir
pelos rios que correm diante de nós
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