Consciência
17-7-05
Carrego o peso da minha consciência
Sempre tão pronta a carregar o mundo
Dos meus enganos peço paciência
Até que eu saia desse poço fundo
Vivo do escuro, medo e desatino
na ânsia de enxergar pelo olho alheio
e nele vislumbrar algum sentido
da lógica por detrás do devaneio.
Resta muda, no âmago, a essência
clamando consciência, a razão pulsante
esmagada pela douta e vil ciência,
ou pela mediocridade triunfante.
Vença esta insanidade que persiste!
Pois é na inconsciência crescente
que o mundo segue a sua marcha triste:
ignaro, sem sentido consistente
Um comentário:
Edimo, bons tempos!!!!
onde andas?
Meu abraço forte!
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