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sábado, 9 de julho de 2011

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Consciência


17-7-05



Carrego o peso da minha consciência

Sempre tão pronta a carregar o mundo

Dos meus enganos peço paciência

Até que eu saia desse poço fundo



Vivo do escuro, medo e desatino

na ânsia de enxergar pelo olho alheio

e nele vislumbrar algum sentido

da lógica por detrás do devaneio.



Resta muda, no âmago, a essência

clamando consciência, a razão pulsante

esmagada pela douta e vil ciência,

ou pela mediocridade triunfante.



Vença esta insanidade que persiste!

Pois é na inconsciência crescente

que o mundo segue a sua marcha triste:

ignaro, sem sentido consistente



Um comentário:

Eliane Guaraldo disse...

Edimo, bons tempos!!!!
onde andas?

Meu abraço forte!