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domingo, 3 de julho de 2011

Para um Soneto de Amor


Para um Soneto de Amor 
como resposta ao soneto de Odir, celebrando meu aniversário 
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Se eu fiz aniversário fui passado
  Se passado fui, o fiz por puro engano
  Fictício é o viver ano após ano
  Já que o tempo não tem tempo, está errado!
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O momento é o meu maior intento
  não coleções de eventos numa história;
  Ela é bela, mas não é minha, é da memória
  De Akasha; o que é meu é só o vento.
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  Dou-te o vento, pois, poeta tão prezado
  Tu, com ele, tens sonetos, poesia
  E eu com isso sou feliz mais este dia.
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  Dou-te o vento, ó poeta inspirado
  Tu me dás a sua voz sobremaneira
  E eu com ela sou feliz a vida inteira. 
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