se espera pelo que não se tem
e n t r e m e n t e s
Em tempos de esperaagoniza a paz da guerra
e cedo se liquefaz
sob arrebatamento
esvai-se sem linimento
que já não lhe satisfazas paixões, o sentimentovivem por seu movimentotriunfa a guerra da paz
2 comentários:
Nosso cotidiano & os campos de batalha diferem, muitas vezes, apenas na intensidade das mortes.
No último morrem muitas pessoas, no primeiro são nossos sonhos & esperanças que sucumbem.
Bom poema!
Beijão.
Ricardo Mainieri
obrigada querido amigo! tenho um colega de profissão em POrto Alegre, na prefeitura, chamado Flavio Barcelos, conheces?
um grande abraço!
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