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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Tempos de Espera

Em tempos de espera
se espera pelo que não se tem

e n t r e m e n t e s

Em tempos de espera
agoniza a paz da guerra
e cedo se liquefaz
sob arrebatamento
esvai-se sem linimento
que já não lhe satisfaz
as paixões, o sentimento
vivem por seu movimento
triunfa a guerra da paz

2 comentários:

Ricardo Mainieri disse...

Nosso cotidiano & os campos de batalha diferem, muitas vezes, apenas na intensidade das mortes.
No último morrem muitas pessoas, no primeiro são nossos sonhos & esperanças que sucumbem.
Bom poema!

Beijão.

Ricardo Mainieri

Eliane Guaraldo disse...

obrigada querido amigo! tenho um colega de profissão em POrto Alegre, na prefeitura, chamado Flavio Barcelos, conheces?
um grande abraço!